Olhar Cativo

janeiro 17, 2013

“Só esforçava tenção numa coisa: que era que devia de guardar tenência simples e constância miúda, esperando a novidade de cada momento.” Quem é esse que irrompe a bruma? O homem, contido sob a névoa, faz travar os olhos, hipnotiza, ateia fogo na alma retida em ver. Parece um fantasma desperto a mover-se vagarosamente por entre tons opacos. Resta, em suma, aquele silêncio contagiante e arrebatador, o tal que se chama instante, revela-se arte nas mãos de uma constituição inquieta: Araquém  Alcântara.

O fantasma

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