Era uma vez o circo

dezembro 3, 2009

Imagens Web

Fui uma criança apaixonada pelo picadeiro, pela atmosfera mágica que penetra sob a lona e hipnotiza a plateia, incendeia o coração, extravasa cor, brilho, expressão, plasticidade, dramaturgia, vida. Lembro-me da vez em que escrevi uma matéria sobre o tema, de toda a movimentação que fiz na busca de fontes, informações e referências históricas. Incrível a experiência. Coincidiu com a passagem do Grande Circo Moscou por Porto Alegre. Estive lá, assisti ao espetáculo, percorri os camarins, trailers, circulei pelos bastidores. O que ouvi e senti naquele lugar foi extraordinário.

Jamais vi coisa igual. Uma lástima constatar que as crianças de hoje mal podem sair de casa. O mundo se tornou um campo de guerra. Raras são as cidades em que há crianças brincando nas ruas, nas praças, nos parques, nos quintais. O homem do século XXI cresce cercado por grades e muros. O lar virou sinônimo de bunker. Pena, pois não há o que estimule mais a imaginação, peça fundamental do desenvolvimento humano, do que os contornos invisíveis do horizonte. As pessoas não sabem mais o que é o circo. Afora a potência mundial em que se transformou o Cirque du Soleil, grandioso e belo, que outro contato temos com as peripécias do povo mambembe?

No decorrer das horas e entrevistas que fiz com palhaços, trapezistas, bailarinas, contorcionistas e mágicos, descobri uma realidade diferente, de pessoas que vivem em outro universo, distante da concretude racional. Os saltimbancos transportavam, de um lado para o outro, suas histórias fantásticas de legado transmitido de geração para geração. A herança circense passa de pai para filho, e assim sucessivamente. Carregavam no olhar, todavia, a dúvida sobre serem parte de um grupo seleto, talvez composto pelos últimos sobreviventes de uma raça.

Infelizmente, os portões que encerram o mundo espirituoso do circo sofrem a pressão do mercado.  Os novos conceitos batem em suas portas de tal modo que em algum momento hão de romper a barreira. Qual será a tendência a partir daí? O circo e o povo que o integra desaparecerão? Estão fadados ao esquecimento? Para dar ênfase às respostas, farei o seguinte, acompanhem-me:

– Após cinco anos desde a sua publicação – eu ainda era uma estudante, estava no penúltimo semestre da faculdade quando escrevi o texto –, decidi rever o meu trabalho. Abri o envelope antigo, reli página por página, e pensei, quer saber, trarei meu texto à vida novamente. Segue abaixo, para os leitores de qualquer época, um trecho da matéria. Fiz questão de não alterar uma vírgula sequer. Deixei-o em sua forma original.

CIRCO: UM DOS MAIORES ESPETÁCULOS DA TERRA

Apesar das dificuldades de encontrar espaço dentro da sociedade contemporânea, o circo ainda se mantém e segue estrada sem fronteiras

“Respeitável público, com vocês o maior espetáculo da terra”, anuncia o mestre de cerimônia do Circo Moscou, instalado em Porto Alegre há mais de um mês. É tarde de domingo, o sol a pico no céu, a temperatura chega a 32º, o calor toma conta do picadeiro e das cadeiras embaixo da lona colorida, remendada, desgastada e envelhecida pelo tempo.

Ainda assim, há brilho nos olhos das crianças e dos adultos que recobrem a platéia de sorriso e expectativa. O que estará por vir? A curiosidade é parte da magia que inunda a atmosfera de alegria num compasso de sons e ritmos contagiantes. O show vai começar.

Contorcionistas, malabaristas, acrobatas, trapezistas, mágicos, palhaços, equilibristas, animais adestrados, o homem vulcão, o globo da morte, bailarinas e vendedores ambulantes: churrus, pirulitos, balas, pipoca, algodão doce, refrigerante, maçã do amor e batatinhas são alguns dos petiscos oferecidos nos intervalos de uma apresentação que dura cerca de duas horas.

A história das artes circenses é antiga e repleta de detalhes. Estudos revelam que o circo nasceu na China. Entre artefatos encontrados em escavações estão pinturas rupestres de 5 mil anos, imagens de contorcionistas, equilibristas e acrobatas.

(…) Na matéria, fiz uma retrospectiva histórica, passando por alguns momentos do circo em âmbito mundial até chegar ao surgimento do Cirque du Soleil. Trata-se de uma reportagem de 33 páginas. Como especifiquei acima, publico no blog apenas um trecho.

Parte final:

À porta do Circo Moscou

A rampa é de madeira pintada de azul. São quatro passos para subir e mais quatro para descer e lá está: trailers e ônibus separam o mundo lá fora do que ali se encontra. Uma lona azul, vermelha e branca cobre a tenda principal. Lá dentro, cadeiras circundam um picadeiro modesto, porém grandioso aos olhos de quem chega. É o circo! O terreno se localiza no Parque da Harmonia, à beira do Guaíba, próximo ao anfiteatro Pôr-do-Sol.

Ao entrar, o que se vê é uma comunidade formada por uma grande família. Sob a lona circular, malabaristas e acrobatas fazem um último ensaio antes da apresentação noturna de uma quinta-feira de primavera. A equipe de apoio, chamada pela trupe de barreira, prepara o local. O sol cai no horizonte. Dentro de poucas horas, o público começará a chegar para assistir ao espetáculo, marcado para às 21h30.

Em um ônibus preto, de portas e janelas abertas, uma família de artistas circenses se movimenta de lá para cá. Eles estão arrumando a sua casa, organizando objetos pessoais e utensílios que serão utilizados durante o show. Antolin Olguin e sua esposa Beatriz (era aramista quando jovem), ele 58 anos e ela 51, uruguaio e brasileira, são o pai e a mãe de Jonathan, um espanhol de 27 anos, trapezista e casado com Vanessa, brasileira, que trabalha com magia e chicote.

Antolin e sua família nasceram e foram criados em um picadeiro, assim como os seus pais. “A paixão pelas artes circenses está no sangue. Passou do meu avô para o meu pai, do meu pai para mim e do meu filho passará para os meus netos”, afirma o homem de meia idade, cabelos pretos, bigode e pele morena, típico latino, de expressão tão cativante que com um singelo sorriso infesta o ar de alegria.

Olguin conta que começou a carreira como palhaço no circo do pai, Circo Petit, passando depois para o trapézio. “Para mim, esta vida é pura magia. Iniciei como palhacinho, fui trapezista, e após abandonar às alturas com a chegada da idade, retomei a minha função de infância”, esclarece.

No Circo Moscou ele é Taruguito. “Personagem e figurino criados por mim”, relata orgulhoso o artista, e acrescenta, “quando entro no picadeiro deixo de ser o Antolin e passo a ser o Tarugo, meu nome de palhaço. Acho o sorriso das pessoas a coisa mais maravilhosa que existe. Não há nada tão lindo do que gente que sorri.”

A família Olguin trabalha no Moscou há três anos. Alguns vieram primeiro, outros depois. Antolin explica que existe muita diferença entre o circo de ontem e o de hoje. “As pessoas não dão mais importância para o circo. Olham para fora e não para dentro, para o que realmente há por aqui. Lá fora é só a lona”, diz.

O entusiasmo tomava conta da população de uma cidade quando o circo chegava nela. Sua passagem era motivo de euforia para a trupe. O palhaço avalia os sinais de mudança. “É como a morte da magia. No passado as crianças gostavam de ouvir histórias, as brincadeiras eram inventadas, surgiam do inesperado, hoje elas não se interessam mais por isso. Há robôs e todas estas coisas por aí”, enfatiza.

Nesta temporada, o Circo Moscou percorreu os Estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina entre o litoral e as fronteira com o Uruguai e a Argentina.  Segundo Jonathan Olguin, não se sabe qual será a próxima parada. A procura por terrenos é desgastante, a incerteza é cotidiana. “Nada parece abalar a trupe. Somos gente apaixonada pelo que faz, que traz no peito satisfação e coragem para enfrentar a dureza do dia-a-dia de cabeça erguida”, reitera.

O público que procura o Circo Moscou tem gosto variado. Muitos adoram ver os palhaços, há quem prefira o globo da morte, o barulho, o perigo, a vibração do solo. Aramistas e trapezistas são grandes atrações. Seus movimentos e a sensação de vê-los nas alturas silenciam a platéia.

O Moscou conta com uma agenda extensa. Durante os finais de semana, são quatro espetáculos no sábado e no domingo. Em dias úteis, há somente um show noturno. A exceção ocorre quando as escolas agendam horários para turmas de alunos. As apresentações, nesse caso, são fechadas. Antolin festeja a chegada da meninada. “O circo faz muito bem para a criança, é o melhor que há. O espetáculo mais sábio para os pequenos. Aqui, a imaginação deles voa”, comenta.

Em um trailer próximo à entrada, mora Ana Karla Giovane Silva, baiana, nascida em Mucugê, a 500 km de Salvador. Aos 25 anos, 16 de profissão, a bailarina e equilibrista divide a casa – “esta é a nossa casa, alegra-se ao falar” – com Wili Marcio Palácio, globista, irmão do dono do circo. Ao lado da mesa em que há pãezinhos, leite, margarina, biscoitos e café preto, Ana Karla esfrega as mãos com base. Ela se maquia, preparando-se para a hora de sua entrada. “O circo é tudo para mim, eu não me imagino fazendo outra coisa”, diz.

Relembra de quando começou, seu primeiro número foi aos nove anos, no circo do pai. Ela morre de rir ao buscar na memória uma de suas passagens pelo picadeiro. “Cômica”, ressalta. “Dia de casa cheia, eu tinha lá meus 13 anos, fazia um número de contorção e, de repente, meu top desamarrou…pááá, abriu e lá fiquei eu, com tudo de fora. Ainda bem que eram pequenos na época.”, conta às gargalhadas. “E você acha que a platéia sossegou? Que nada. Enquanto eu não saí dali, lógico que fiquei até o fim, todo mundo gritava, deixa cair de novo, vai! Eu só sei que amarrei a roupa e continuei o que estava fazendo. Morri de vergonha, claro. Ai, ai, cada coisa que acontece com a gente”, afirma.

Ana acredita no circo, tem esperança que ele permaneça vivo. “O circo é alegria, cultura, beleza. Ele estará sempre na estrada”, diz. Antolin Olguin, o palhaço palhacinho, compartilha a opinião. “Morrer ele não morre porque sempre haverá uma criança que goste do circo”, comemora.

William Peterson que o diga. Filho de seu Adilson – o manobrista –, aos 10 anos, ele se encanta ao experimentar o que está ao seu redor. “Eu gosto de olhar, de ajudar a montar a cama elástica, gosto de tudo por aqui”, conta.

A forma como o mestre de cerimônia do Moscou reverencia a platéia com suas palavras, no final do espetáculo, resume o sentimento da família circense, seja no Brasil ou em qualquer outra parte do mundo.

– Enquanto houver uma estrela no céu e uma criança sobre a terra, o circo seguirá o seu caminho.

_____________________

O picadeiro em prosa

Há uma canção do Dead Can Dance, chamada The Carnival Is Over (álbum Into the Labyrinth), que retrata muito bem o circo e sua atmosfera mágica, contagiante e misteriosa. Conheço Dead Can Dance há 12 anos e sempre que ouço esta música, transporto-me automaticamente para o mundo do circo.

Vejo uma vila perdida em meio ao inóspito. O silêncio desprende-se conciso pelos poros do lugar. A poeira seca e vermelha percorre a única rua, a brisa levanta folhas em dia de sol ameno. Os poucos moradores estão entretidos com seus afazeres diários. Uns trabalham a lavoura de tons pastéis, outros afiam facas, mulheres torcem roupa, algumas se botam à beira das janelas, a meninada corre junto a dispersas árvores de copas alaranjadas. É outono.

De repente, um som distante quebra a rotina. Tambores, chocalhos, malabares, palhaços, contorcionistas, homens que cospem fogo, mulheres equilibristas, cores vibrantes, é a mágica circense que, sem aviso prévio, irrompe a linha da estrada. A atenção dos moradores passa a ter somente um foco: o desfile de saltimbancos. A lépida faísca acende os olhos das crianças, o toque de graça realça a face dos adultos. Em questão de instante, a vila era como o sopro de um sorriso contagiante.

A força dramática do momento gera contentamento, causa uma impressão imediata e marca, de forma irreversível, a alma do lugarejo. Nada será como antes. Conforme o trajeto é consumido pelos passos da trupe, a névoa inebriante confunde os olhares absortos.

Uma moça, vê-se misturada à beleza e ao mistério. Ela acompanha cada movimento. Levada pelo transe intrépido, a garota vibra. Seu vestido florido cobre o corpo alvo. Sandálias baixas, de couro macio, vestem os pés. O cabelo castanho e levemente ondulado é comprido, compondo delicadamente o conjunto juvenil de feições suaves e corpo delgado. A visão a cega de imediato, é paixão que sente correr por dentro, transformando-a em vulcão.

A cena segue, o circo se afasta, a vila retoma o eixo, a população desperta. A moça pisca os olhos e, em questão de instante, nota que ficou para trás. O circo se despede, deixando na memória dos moradores um vestígio de alegria, e no semblante da garota, a certeza de que existe. Ela perde a trupe de vista, os saltimbancos desaparecem horizonte adentro. Ela mantém o olhar fixo naquela direção, e ao esfregar os dedos das mãos sente uma picada. Arrepia-se. Espia para ver o que a beliscou. Há uma rosa vermelha em sua mão esquerda. Ela aproxima a flor do rosto, a cheira, concentra-se no recorte perfeito das pétalas, e sorri, docemente.

Dead Can Dance (The Carnival Is Over)

Outside
The storm clouds gathering
Moved silently along the dusty boulevard
Where flowers turning crane their fragile necks
So they can in turn
Reach up and kiss the sky

They are driven by a strange desire
Unseen by the human eye
Someone is calling

I remember when you held my hand
In the park we would play when the circus came to town
Look! Over here

Outside
The circus gathering
Moved silently along the rainswept boulevard
The procession moved on the shouting is over
The fabulous freaks are leaving town

They are driven by a strange desire
Unseen by the human eye

Someone is calling
The carnival is over

We sat and watched
As the moon rose again
For the very first time

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8 Responses to “Era uma vez o circo”

  1. Mário Motta Says:

    Carol querida,
    nasci num Circo. Vivi nele toda a minha infância e pré adolescência até cair num “picadeiro eletrônico” muitos anos depois. Voce também deve ter nascido num Circo (pela paixão que transmites) e ainda não sabes… rsss! Um beijo carinho. Meu enorme respeito por teu carinho para com a serragem que trago nas veias e que me pegou derramando uma furtiva lágrima, quando assistia solitário em meio a turistas do mundo inteiro, a um espetáculo do Circ de Soleil em Orlando há alguns anos… Percebi que o Circo havia trocado a moldura, evoluido na música e na iluminação, aperfeiçoado no marketing e no produto, mas AINDA era o meu cirquinho querido… O princípio básico de todos os números era o mesmo – o equilíbrio, a força, a agilidade, a emoção, o desafio ao perigo e sobretudo à possibilidade da morte/vida… Que delícia querida Carol… Que delícia… Um beijão e voltaremos a nos falar… afinal, o Espetáculo continua…
    Parabéns pelo blog…

    • Carolina Pinheiro Says:

      Oi, Mário.
      Quando li seu comentário, confesso que fiquei surpresa, mas muito feliz. Que bom saber que eu toco as pessoas de uma forma tão bela e profunda. Muito obrigada por todas as suas palavras carregadas de sentimento e verdade.
      Eu fui uma criança que frequentou um tanto o mundo mágico do circo, já assisti a vários espetáculos. Hoje, ao ler o que me escreveu, tive a certeza do quão circense você é. Que maravilha!! Quanto ao fato de eu ser parte desta trupe, sim, eu sou. Não nasci e cresci no próprio, como você, mas sempre estive próxima o suficiente.
      Muito obrigada pelo elogio ao meu blog. E sim, voltaremos a nos falar, afinal, o espetáculo continua.
      Um grande e carinhoso abraço!

  2. juliana zusman Says:

    gostaria de saber qual é o preço da entrada do circo?

    • Carolina Pinheiro Says:

      Oi, Juliana.
      Desculpe-me, mas não faço ideia. Se leu o texto, percebeu que escrevi a matéria há muitos anos, em 2004. Creio que na época paguei uns R$ 10,00 para assistir ao espetáculo. Não deve ter aumentado tanto assim. Mas olha, não perca. Vá e aproveite, pois o show vale muito a pena. Beijo

  3. Jorge Leberg Says:

    Adorei todo o texto, sobretudo “O picadeiro em prosa”, que praticamente foi uma hábil e sensível transposição da música do Dead Can Dance em prosa, não? Além de comprovar o quanto você possui a paixão pelo circo e toda a magia e a arte que ele representa no sangue (vai que cê tem uma ascendência circense, ou algum parente idem perdido por aí nesse mundão, e nem sabe, rs). E teu antigo texto, de 2004, já demonstrava os sinais da ótima jornalista que você hoje é. Aliás, tenho muita vontade de conhecer mais do Dead Can Dance, tenho apenas – e miseramente – uma única música deles na minha biblioteca musical, Saltarello; preciso baixar alguns álbuns da banda. Abração!

    • Carolina Pinheiro Says:

      Oi, Jorge.
      Ueba: mais um comentário seu. Que legal! Quanta dedicação em desbravar o blog. Mais uma vez obrigada. Estes retornos são muito gratificantes. Histórias sobre o circo foi um post inspirado. Acho que não resta dúvida sobre a minha paixão pelo mundo mambembe. O meu encontro com ele sempre aconteceu de forma especial. Ser jornalista tem uma grande vantagem. Tenho, por meio da minha profissão, acesso aos diversos tipos de pessoas e realidades. Conhecer de perto uma trupe circense me abriu portas para uma nova percepção da vida. Isso não tem preço.
      Sim, você tem razão, “o picadeiro em prosa” é uma extensão da The Carnival is Over. Bom que gostou!
      Grande abraço

  4. Carlos Alberto Ratto Says:

    Que surpresa mais agradavel, li, reli, e viajei no tempo com esse bate papo seu Carolina com o meu amigo Mario Motta, não sou de circo, e acho que sou frustado por não ser,,,,adoro essa magia que é o circo. Sabe o Marinho como é carinhosamente conhecido entre seus amigos, nos conhecemos qdo ele veio a Tupã, no estado de São Paulo, com seus pais, seu irmão, e toda sua familia, para uma temporada e ficaram mto tempo entre nós.
    Foi ali jogando bola, depois fazendo faculdade juntos que crecemos e cada um foi para o seu lado, como o destino nos reserva, mas tenho saudades daqueles tempos,,,,Qdo vem circo em minha cidade, hoje moro em Maringá, Pr..sempre vou, ofereço o que eu possa ajudá-los,,,e sempre lembrando tbem do Mario Motta, não tem jeito de esquecer isso,,,,,,Parabens pelo lindo texto que escreveu,,,,Obrigado.

    • Carolina Pinheiro Says:

      Olá, Carlos Alberto.
      Muito obrigada a você! Bom saber que saiu da página tocado por algo que descobriu. Meu encontro com o circo foi especial e marcante. Passei anos, depois de crescida, sem contato com esse mundo grandioso e criativo… mas ao colocar os pés no picadeiro, em busca de fontes para a produção da minha matéria, fui tomada pela faísca mágica do universo colorido e instigante dos saltimbancos.
      Minha conversa com o Mário Motta me deixou feliz. Foi um momento bom. Incrível vocês serem amigos! Eita mundão de meu Deus, né? Que bom que gostou do meu texto! Torço para que ele tenha ampliado todos os seus sentidos. Um beijo e sinta-se à vontade para retornar a estes galhos.


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