Prefácio do recém chegado à página
Eis que surge mais um rabisco de gaveta. Decidi parar de guardar seja o que for, afinal, o propósito da palavra é a exposição, o aparecimento, a multiplicação do que ela expressa. Faz dois anos que as linhas a seguir (capítulo 2) me acompanham
beliscando minhas partes e insistindo para que eu desse a elas merecida atenção. O trabalho incessante nem sempre é proveitoso, se por ventura, deixamos de lado algo de tão nosso. Refiro-me à relação íntima que existe entre o trabalho jornalístico e o mundo da macaca, o meu mundo, a minha realidade. Um não existe sem o outro, mas faz-se necessário que o jornalismo aceite a sua existência paralela aos textos macacais. Darei o meu jeito. Admito, em tempo, que ao reler tais parágrafos, alterei coisinhas poucas. Passados mais de seiscentos dias, não há como enxergarmos as letras de forma idêntica, concordam?
Sigamos, pois! Adelante!
Pra frente é que se anda.